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sábado, 6 de março de 2010

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http://www.ftcdigital.blogspot.com

Referências:


FTC ( E a D ) AVA
Blogspot.com
Internet( textos, ilustrações,sites, etc).

segunda-feira, 1 de março de 2010

INDICAÇÕES DE FILMES


Novidades na Educação Desafios para a inclusão digital no Brasil



INCLUSÃO DIGITAL

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails. Mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida.

A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas


Para ler um pouco mais sobre a inclusão digital, clique aqui e leia o artigo: Desafios para a inclusão digital no Brasil

TEMA ESPECIAL: O Sobrevivente — Memórias de um brasileiro que escapou de Auschwitz Aleksander Henryk Laks, com Tova Sender


Quem se depara com o simpático semblante do polonês naturalizado brasileiro Aleksander Henryk Laks, 72, não acredita que este senhor resistiu por seis anos em campos de concentração até ser libertado pelas tropas aliadas do nefasto campo de Auschwitz. Sobrevivente dos horrores e atrocidades nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Aleksander relata os sofrimentos inimagináveis aos quais foi submetido e conta como conseguiu a eles sobreviver no livro O SOBREVIVENTE — Memórias de um brasileiro que escapou de Auschwitz, escrito com a colaboração de Tova Sender.

Presidente da Associação Brasileira dos Israelistas Sobreviventes da Perseguição Nazista, Aleksander Laks tornou-se um defensor ardoroso da tolerância entre as pessoas e fez de sua vida um exemplo de como ter e manter a esperança.

Seu calvário começou quando o exército nazista invadiu a Polônia, em setembro de 1939. A partir daí, sua vida e de sua família transformou-se numa luta diária pela sobrevivência. Aleksander — então com 12 anos —, deparou-se com amigos e parentes amarrados ou enforcados no alto de postes da sua cidade natal, Lodz, e viu soldados alemães arrancarem as barbas de judeus com as mãos, deixando suas faces em carne viva.

No entanto, este foi apenas o começo da série de crueldades impingidas aos judeus. Uma delas foi a fome, que matou cinco mil pessoas no primeiro mês de invasão. Logo após, ele e sua família foram confinados ao gueto de Lodz. Das 160 mil pessoas lá confinadas, Aleksander foi uma das 1.600 que sobreviveram ao gueto.

A fome fez com que a família Laks se entregasse aos nazistas. Levados para diversos campos de concentração, Aleksander — aproximadamente com 16 anos — viu sua mãe pela última vez ao descer do trem que os levou para Auschwitz, lugar onde viveu os momentos mais torturantes da sua vida. Os prisioneiros, com parasitas por todo o corpo, tinham seu pêlos arrancados, suas cabeças raspadas e passavam por banhos com produtos químicos. Uma das torturas mais comuns era o método número 25. Os judeus eram amarrados de bruços em cavaletes e espancados nas costas com pedaços de pau, esmigalhando os rins que saiam junto com o sangue através dos poros.

Depois de ver sua mãe caminhar para a câmara incineradora, assistiu a morte de seu pai que não resistiu às semanas de caminhada na chamada "Marcha da Morte", de mais de 500 quilômetros, entre vários campos de concentração. Dos 600 prisioneiros que partiram de Auschwitz, apenas 50 sobreviveram. E novamente Aleksander estava entre eles.
A redenção veio junto com a chegada do exército aliado. Aleksander foi salvo pelas tropas que interceptaram o trem que o levava de um campo de concentração para outro. A certeza de que seu calvário teria fim veio na forma de um copo de leite quente, entregue por um soldado aliado.

Aleksander Henryk Laks tem 72 anos e vive em Copacabana no Rio de Janeiro. Presidente da Associação Brasileira dos Israelistas Sobreviventes da Perseguição Nazista, Laks dá palestras e seminários sobre sua experiência durante a Segunda Guerra Mundial, com a intenção de esclarecer as pessoas sobre a necessidade de maior tolerância entre os seres humanos. Atualmente, é consultor histórico da mini-série da TV Globo, Aquarela do Brasil.

A psicóloga, educadora e escritora Tova Sender ajudou Aleksander Henryk Laks a escrever seu livro O SOBREVIVENTE — Memórias de um brasileiro que escapou de Auschwitz.

ENTREV. TEMA: "O Brasil e a Segunda Guerra Mundial" Historiador comenta sobre a participação brasileira nesse conflito.

Dennison de Oliveira- Historiador.
Sua posição geográfica e a extensão de seu litoral foram algumas características que fizeram com que nosso país não ficasse neutro durante a Segunda Guerra Mundial por muito tempo. No início de 1942, o governo brasileiro rompeu com o Eixo — Alemanha, Itália e Japão — e se posicionou a favor dos Aliados. Mas, em agosto desse mesmo ano, após navios brasileiros serem torpedeados supostamente por submarinos alemães e por causa da pressão dos EUA, o Brasil decidiu participar da guerra, contra a Alemanha e a Itália.

Mais de 25 mil homens fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira — FEB — e desembarcaram em Nápoles, Itália. Eles tiveram conquistas importantes, mas também sofreram preconceitos durante a guerra e quando voltaram para casa.

Leia a seguir a entrevista com Dennison de Oliveira e entenda mais sobre a participação brasileira nesse fato histórico que mudou o mundo.

Por que o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial?
A posição geográfica do país — que ocupa a parte mais estreita do Atlântico próximo à África —, seu tamanho e população tornavam, no mínimo, difícil a manutenção da neutralidade do Brasil. Desde 1940, os EUA nos pressionavam para que fizessem uma ocupação "preventiva" do território nordestino e a instalação, ali, de bases aéreas que permitissem escala para os vôos rumo à África e ao Oriente. Ao mesmo tempo, pretendiam impedir que essa rota aérea e esses locais para bases fossem ocupados por países do Eixo. Em meados de 1941, seis meses antes da entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, essas bases e rotas aéreas já eram uma realidade. Por aqui, passaram dezenas de milhares de aeronaves armadas e municiadas para combate, rumo aos campos de batalha africano e asiático. Simultaneamente, o Brasil passou a fornecer importantes materiais estratégicos aos Aliados, como minerais, borracha, etc. Diante desses fatos, os alemães perceberam que a neutralidade do Brasil era apenas teórica e passaram a atacar maciçamente nossos navios mercantes. Os sucessivos torpedeamentos de nossos navios é que levaram nosso país a declarar guerra aos países do Eixo.

Qual era o perfil de nossos soldados e como foi seu treinamento?
Pouquíssimos soldados profissionais, com longo tempo de serviço, foram aproveitados. Metade dos oficiais subalternos eram reservistas, e também cerca de metade dos efetivos eram recém-recrutados (a maioria oriunda da zona rural e com baixos níveis de saúde e educação). A maior parte do oficialato da ativa conseguiu escapar do envio para a guerra. Justamente os mais pobres e menos instruídos, com poucos contatos sociais influentes que lhes permitissem se evadir, é que foram recrutados. Como admitiu o chefe do Estado-Maior da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ao embarcar no navio que levaria nosso primeiro escalão de combatentes para a Europa: "A bordo, só estavam os que não conseguiram escapar". Dos 25 mil homens enviados para a luta, menos de 1.500 eram voluntários. A artilharia teve oportunidade de treinar aqui no Brasil usando o mesmo tipo de material que seria empregado na linha de frente, mas a infantaria não teve a mesma sorte. Dos três regimentos de infantaria enviados, apenas um recebeu treinamento condizente com a realidade da luta que seria travada (treino esse quase todo feito por instrutores norte-americanos). Os outros, como admitiu o próprio comandante da FEB, partiram do Brasil "praticamente sem instrução". Pior ainda, a FEB jamais realizou um treino em conjunto, que permitisse detectar falhas na sincronização das manobras.

Sabe-se que a maior parte das tropas aliadas que participaram da Segunda Guerra era segregada, isto é, os negros ficavam de um lado; e os brancos, de outro. Como era a situação das tropas brasileiras?
A 1.ª Divisão de Infantaria da FEB que lutou nos campos da batalha da Itália na Segunda Guerra Mundial foi a única tropa racialmente integrada que foi empregada em combate naquele front e em qualquer outro. Naquela mesma frente, lutaram divisões de infantaria das mais diversas nacionalidades, como norte-americana, inglesa e francesa. Entre os primeiros, cabe destacar a política oficial de segregação que apresentavam: brancos e negros jamais lutavam juntos, havendo uma unidade específica para os negros (a 92.ª Divisão de Infantaria) e um regimento inteiramente composto por descendentes de japoneses (o 442.º Regimental Combat Team). Nessas formações, os cargos de oficial superior eram preenchidos predominantemente ou totalmente por brancos, cabendo às outras etnias integrar “o grosso” do efetivo da tropa. No caso da FEB, está confirmada a recorrência das ordens para se excluírem os soldados que não fossem brancos dos desfiles e demonstrações públicas ou, no caso de isso não ser possível, colocá-los no interior das fileiras, onde seriam menos vistos. Havia ainda total exclusão dos negros na formação de guardas de honra, em particular aquelas que se destinassem à recepção de autoridades estrangeiras. Enfim, apesar da integração, a FEB padecia do mesmo tipo de racismo que era típico da sociedade brasileira naquela época.

Com relação às operações, sabe-se que as tropas brasileiras davam apoio ao exército norte-americano. Nas campanhas de que nosso exército participou, qual foi a participação brasileira e a americana?
Responder a essa pergunta exigiria uma descrição detalhada da campanha toda, o que não é possível porque tomaria muito espaço. Resumindo ao máximo, pode-se afirmar que, das cinco tentativas de tomar o famoso Monte Castelo, as três últimas foram feitas exclusivamente com tropa e comando brasileiros. A tomada de Montese e a captura da 148.ª Divisão de Infantaria alemã também foram efetuadas exclusivamente por tropa brasileira. Na fase final da campanha da Itália, a FEB agia conjuntamente com a 10.ª Divisão de Montanha norte-americana, levada para esse front justamente para precipitar o fim da guerra na Itália.

As enfermeiras brasileiras tiveram participação fundamental durante a Segunda Guerra, e as que participaram do conflito ganharam a patente de oficial. Por quê?
Era um procedimento comum no exército norte-americano que o comando brasileiro achou válido imitar.

Em Natal (RN), estava instalada a maior base militar americana fora dos EUA. Qual foi a importância dela e como era o cotidiano naquele lugar? Existiram outras bases aliadas no Brasil?
Originalmente, os EUA pretendiam construir bases por todo o nosso continente para impedir a invasão da região por parte do Eixo. Posteriormente, decidiram concentrar seus esforços no Nordeste do país porque por ali poderiam enviar aeronaves diretamente para as frentes de luta. Com o inverno rigoroso no Atlântico Norte, os aviões que faziam a rota da Groelândia rumo à Grã-Bretanha tiveram, por causa das horríveis condições climáticas, que realizar a rota do Brasil. Enfim, a região teve uma importância fundamental na vitória dos Aliados na guerra.

Qual foi o grande feito do Brasil durante a Segunda Guerra?
Houve vários. Por ordem de importância, eu cito os seguintes: ter servido como ponte aérea para o envio de grandes aeronaves dos EUA para todas as frentes de batalha; fornecer alimentos e matérias-primas para o esforço industrial norte-americano; cooperar com o patrulhamento do Atlântico e ajudar a impedir o tráfego de navios e submarinos do Eixo naquela área; e disponibilizar uma divisão de infantaria para lutar na Itália. No contexto italiano de operações, gostaria de destacar dois grandes feitos da FEB. O primeiro é a tomada de Montese, em 14 de abril de 1945, que praticamente salvou o dia. Tratava-se do primeiro dia da Ofensiva da Primavera, o esforço final para acabar com a guerra na Itália. A tomada de Montese atraiu para a área da FEB a maior parte do fogo defensivo de artilharia do inimigo, aliviando consideravelmente a pressão sobre a 10.ª Divisão de Montanha, que liderava a ofensiva. O segundo é a captura em combate da 148.ª Divisão de Infantaria alemã e dos remanescentes das Divisões Itália e Monte Rosa (que constituíam o chamado Exército da Ligúria, última formação importante ainda em condições de combater na Itália). A captura dessas formações ajudou a apressar o fim da guerra na Itália, que se deu poucos dias depois.

O Brasil sofreu muitas baixas durante a guerra?
A FEB teve 443 mortos, uns 1.500 feridos e aproximadamente 8 mil doentes — a maioria vítima do clima pavoroso (até 20 graus negativos) nas montanhas dos Apeninos durante o inverno. No mar, morreram certa de 900 pessoas em decorrência de torpedeamentos. São baixas pouco expressivas se comparadas às que os outros combatentes sofreram. De longe, quem sofreu as maiores perdas foram os russos, que tiveram aproximadamente 20 milhões de cidadãos e 5 milhões de combatentes mortos.

E qual foi o papel da Força Aérea Brasileira (FAB) no conflito?
Foi enviado um único esquadrão de caça, que foi inteiramente equipado e treinado pelos norte-americanos e estava subordinado a um de seus grupos de caça. Composto de cerca de 60 pilotos, usava aviões de caça monomotores, os famosos P-47. A inexistência de aeronaves alemãs naquele front limitou os pilotos às missões de ataque ao solo, ação muito mais perigosa que o combate entre aeronaves.

A contribuição desse esquadrão para o esforço de guerra na Itália foi notável. Com menos de 6% das aeronaves desse grupo, os brasileiros destruíram mais de 12% dos alvos. Esse desempenho colocou o grupo brasileiro entre os melhores de toda a Segunda Guerra Mundial.

Como foi o retorno dos pracinhas brasileiros? Como eles foram recebidos em nosso país?
A recepção foi eufórica, fazendo dos veteranos da FEB pessoas muito prestigiadas. Contudo, essa euforia durou pouco, e aos ex-combatentes restou uma rotina penosa de readaptação à realidade da vida civil, nem sempre possível para muitos. Traumas psicológicos de todo tipo e a rotina da luta pela sobrevivência no mercado de trabalho dificultaram o retorno de milhares de brasileiros que estiveram nos campos de batalha à vida normal. As primeiras leis de amparo aos ex-combatentes só foram aprovadas em 1947. Além disso, na ânsia de se livrarem da FEB, tida como politicamente não-confiável pelo presidente Vargas, os pracinhas foram rapidamente desmobilizados sem que tivessem se submetido a exames médicos, que mais tarde seriam fundamentais para que obtivessem pensões e auxílios no caso de doenças ou ferimentos adquiridos no front. Para provar incapacidade decorrente do serviço na linha de frente e, assim, receber as pensões, os pracinhas tiveram de se submeter a todo tipo de vexames e sacrifícios, os quais seriam dispensáveis se sua desmobilização tivesse ocorrido de forma racional e planejada. Ao longo do tempo, várias leis de apoio aos ex-combatentes foram sendo promulgadas, até chegarmos à famigerada Lei da Praia, criada nos anos 60. De acordo com essa lei, qualquer pessoa que tivesse sido enviada à "zona de guerra" teria direito aos auxílios, pensões e promoções que estavam sendo reservados para aqueles que, de fato, foram à Itália. Mas acontece que, em todo o litoral do Brasil, vias navegáveis e cidades economicamente importantes se encontravam dentro dessa "zona de guerra". Dessa forma, o sujeito que estava de sentinela num fox hole (abrigo individual) nos Montes Apeninos, suportando temperaturas subárticas e todos os riscos de morte e invalidez, estava na "zona de guerra" tanto quanto o bancário ou o PM que havia sido transferido para uma cidade litorânea do Brasil. Ou seja, se essa lei auxiliou de fato os ex-combatentes, beneficiou também um enorme conjunto de servidores públicos, civis e militares que, ainda hoje, gozam de polpudas pensões, que fazem deles autênticos "marajás" entre os aposentados do serviço público.

Houve mudanças no Exército brasileiro em decorrência da guerra?
Não. O Exército fez o possível para marginalizar e desconsiderar quem esteve na linha de frente. Havia enorme preconceito e inveja daqueles que estiveram com a FEB e que, com seu sacrifício e dedicação, conquistaram numerosas glórias militares. Também o “varguismo” fez o possível para erradicar a FEB e suas memórias, justamente por causa do papel que seus membros exerceram na luta contra o nazi-fascismo. Toda experiência militar adquirida na luta contra o Eixo foi desprezada, esquecida e inutilizada, contrariando até mesmo o conselho dos EUA de que se visse a FEB como núcleo de um esforço de renovação e modernização de nosso Exército.

Por Gizáh Szewczak

MÚSICA: As melhores musicas do momento que agitam a galera!






Musicas estão presentes em todos os lugares, é muito bom ouvir musica para relaxar, inspirar e dançar, o mundo da musica é uma arte sem oficio, de onde muitas pessoas tiram seus sustento.

A cada dia surgem novas musicas, musicas que entram na cabeça da galera, musicas que tocam recentemente nas rádios e também na internet, essas são sem duvida as melhores musicas, então confira as 10 melhores musicas do momento.

Katy Perry - Hot N Cold
Pink - So What
Lykke Li - Little Bit
Death Cab for Cutie – Cath
T.I. e Jay-Z feat. Kanye West e Lil Wayne - Swagga Like Us
Coldplay - Viva La Vida
Estelle feat. Kanye West - American Boy
Flo Rida – Low
M.I.A. - Paper Planes
Lil Wayne - A Milli
Samba e leveza - Lenine
J1 – Mallu Magalhães
Desabafo - Marcelo D2
Dê - Cérebro Eletrônico
Vermelho – Guizado
Ela Tem a Beleza Que Nunca Sonhei - Pedro Luís e a Parede e Zeca Pagodinho
Monstro Invisível - O Rappa
Move – CSS
A Falta (Que Me Faz) – Udora

POLÍTICA: SUCESSORA DE LULA JÁ É OFICIAL


O Presidente do Brasil, Lula da Silva, confirmou ontem, pela primeira vez, que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, vai ser a candidata do Partido dos Trabalhdores à Presidência da República nas eleições de 2010.Pela primeira vez desde que o debate sobre o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) às presidenciais de 2010 começou, Lula da Silva foi inequívoco: “É Dilma Rousseff".No Fórum Social Mundial, em Belém do Pará, perante cerca de uma centena de membros do Conselho Internacional daquele evento, Lula deixou de fora quaisquer dúvidas. “Se o Fórum voltar a realizar-se em 2011, já vai ser a Dilma”, noticiou a edição online do Estado de São Paulo.Há muito que o nome da ministra da Casa Civil é referenciada como a favorita do Presidente brasileiro e Lula da Silva já dera vários sinais nesse sentido. A escolha de um candidato à sucessão do antigo sindicalista não tem sido uma tarefa fácil. Lula tem obtido níveis de popularidade da ordem dos 80 por cento, segundo vários estudos de opinião. O nome da antiga guerrilheira ainda causa algumas divisões no Partido dos Trabalhadores (PT). Perante a recusa do Presidente em alterar a constituição para se candidatar a um terceiro mandato, o partido tinha de encontrar um nome forte para enfrentar o governador de São Paulo, José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em sintonia com o líder histórico do PT, a ministra da Casa Civil, falando também no Fórum Social Mundial disse que “ainda” não é candidata à Presidência da República, mas considerou que o Brasil está preparado para ter uma mulher à frente do país. Dilma Rousseff foi recebida em Belém do Pará por um coro de mais de 500 pessoas que gritavam: “Brasil urgente, Dilma presidente” . Confessou ter ficado “comovida” com a manifestação. “O Brasil está preparado para ter uma mulher presidente, um presidente negro, um presidente índio. O Brasil é uma sociedade democrática. Sinto nessa manifestação aqui no Pará um calor humano, uma força muito grande. É comovente estar aqui. É uma coisa que toca o coração”, enfatizou. Falando no fórum, a ministra foi além do debate sobre as eleições de 2010, defendeu o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Bolsa Família – duas traves mestras da acção dos mandatos de Lula – bem como as mudanças na política brasileira para a América Latina introduzidas nos últimos anos.

ESPORTE: TRAÍDO PELO VÍCIO DO SEXO....


Mesmo após perder outro patrocínio, Tiger Woods segue líder do ranking
por ESPN.com.br com Agência Efe
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O jogador de golfe norte-americano Tiger Woods, que na semana passada perdeu o patrocínio de uma bebida isotônica, a Gatorade, permanece em primeiro lugar no ranking mundial, segundo a atualização divulgada nesta segunda-feira

Já são 247 semanas consecutivas de liderança para Woods, que ainda não disputou um torneio este ano e que não sabe quando voltará aos campos de golfe após o escândalo sexual no qual envolveu-se.

Woods aparece no lista dos melhores do esporte com uma média de 12,37 pontos, seguido de seus compatriotas Steve Stricker, com 7,83, e Phil Mickelson, com 7,42.

Estes são os dez melhores do atual ranking mundial:

1. Tiger Woods (EUA) 12.37 pontos de média
2. Steve Stricker (EUA) 7.83
3. Phil Mickelson (EUA) 7.42
4. Lee Westwood (ING) 6.94
5. Ian Poulter (ING) 6.29
6. Paul Casey (ING) 5.94
7. Jim Furyk (EUA) 5.26
8. Martin Kaymer (ALE) 5.13
9. Rory McIlroy (IRI) 4.93
10. Padraig Harrington (IRL) 4.83
Tags:/golfe /tigerwoods

CURIOSIDADES: O MUNDO ANIMAL




Formiga tem capacidade de "Dar Aula" para companheira

Pombo-correio se orienta pelo campo magnético da Terra, diz estudo
Cupins Ensinam a Construir Moradias Sustentáveis
Solidão afeta ovelhas
Pombos trocam instinto por estradas para se localizar
Cientista Defende Que Os Animais Também Pensam
Aranhas tecem suas teias sem alterar a receita há milhões de anos
Formigas - Isto sim é civilização! Parte 3
Formigas - Isto sim é civilização! Parte 2
Formigas - Isto sim é civilização! Parte 1
Mais perdido que tatu na queimada
Por que os castores constroem represas?
Um inseto muito curioso, o louva-a-deus
O condomínio das formigas saúvas
O controle de natalidade dos animais
A competência natural para sobreviver das tartarugas e toupeiras
A incrível criatividade da natureza para adaptar animais e plantas
A dura rotina de uma abelha operária
Coisas de Elefante
O estudo do comportamento dos macacos
Aprendendo com os leões
Os fundamentos da liderança entre os animais
O Sentimento de desolação e respeito dos animais ante seus mortos

Box Jellyfish (água-viva)

Você sabia que...
Um dos mais mortais animais na face da Terra, também chamada de "Sea Wasp".
Essa água-viva, com corpo meio quadrado, habita o Norte e Nordeste da Austrália, e pode ser encontrada por toda a extensão da Barreira de Corais, ou seja: Por cerca de 2.000 Km.
A toxina presente nos tentáculos que chegam à muitos metros de comprimento, é tão forte, que os poucos sobreviventes de um encontro com uma Box Jellyfish, descrevem a dor mais como um choque elétrico constante, do que uma queimadura...
ver mais!!!
ONÇA PINTADA

Você sabia que...
A onça pintada ou jaguar, possui hábitos noturnos e é solitária. Necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia. Excelente caçadora e nadadora, costuma abater pacas, catetos, capivaras, veados e até peixes, selecionando naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas... ver mais!!!
ABELHAS AFRICANAS

Você sabia que...
O veneno da abelha é um dos mais conhecidos venenos dos Himenópteros. Os procedimentos modernos de bioquímica mostraram que se trata duma substância muito complexa.
Na pele dos animais e do Homem, a injeção do veneno provoca: dor, calor, tumor, rubor.
O veneno da Apis mellifera é uma mistura complexa de substâncias químicas com atividades tóxicas.
São agentes bloqueadores neuromusculares. Podendo provocar paralisia respiratória... ver mais!!!
Saíba mais sobre os animais acessando o menu ao lado...

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Culinária Piauiense



A Culinária Tradicional Piauiense Eneas Barros A cozinha tradicional piauiense difere-se das demais do Nordeste em vários aspectos: - A larga utilização dos "cheiros verdes" (coentro e cebolinha verde), da cebolinha branca de Picos, da pimenta-de-cheiro e do corante natural extraído do urucum; - O uso muito intenso da farinha de mandioca (farinha branca e farinha d'água) para a confecção ou complementação de pratos. As farofas ou fritos, o pirão e a paçoca são alimentos indispensáveis na mesa dos piauienses. "Frito" é a mistura de farinha branca com carne frita de qualquer espécie, sobretudo a carne de porco e a carne seca cortada miúda. O frito pode ser feito, ainda, com ovos, torresmo, e famosos são os fritos de galinha caipira e de capote (galinha d'Angola) e de caças variadas; - O arroz é comumente usado com outras misturas: com carne seca de gado (Maria Izabel), com carne de criação, de galinha, de capote ou pato. O colorante de urucum é indispensável, bem corno os cheiros-verdes. No sul do Estado, usa-se colorir o arroz com açafrão. Na área sertaneja, é muito comum a mistura de arroz com feijão (Baião-de-Dois), ou ainda a mistura de feijão com milho, que deve ter toucinho, pé e orelha de porco. É o chamado "Pintado" ou "Mucunzá", e come-se de preferência com frito de porco; - O uso de carne com caldo (molho fino) é outra característica bem típica do costume alimentar dos piauienses. Um exemplo é a carne seca picadinha ou a carne fresca moída misturada com quiabo, jerimum, macaxeira e maxixe, temperada com muito "cheiro-verde", manteiga de garrafa e nata. Dependendo das misturas, recebe os nomes locais de "Quibêbe", "Picadinho", "Caldo de Carne" ou "Capiau; - Apesar da predominância das comidas sertanejas à base de carne, a cozinha piauiense dispõe de excelentes pratos à base de peixes e de frutos do mar. As frigideiras e as caldeiradas de camarão, as casquinhas de caranguejos, os mexidos de ostras e caranguejos, as peixadas ao leite de coco babaçu satisfazem os mais exigentes paladares. Piratinga, Mandubé, Matrincham e Branquinho são alguns dos peixes de primeira qualidade encontrados no rio Parnaíba; - A doçaria piauiense é a mais rica e diversificada do Nordeste. São famosos os doces e compotas de caju, de manga, de goiaba, de mangaba, de buriti, de bacuri, de groselha, de casca de laranja da terra e de tantas outras frutas. O doce de casca de limão azedo é o mais típico do Piauí; - É variada, ainda, a utilização da farinha de puba (mandioca) para o preparo de bolo caseiro e beiju, e a macaxeira pode ser servida cozinhada e assada no forno ou na brasa.

A última moda: AS CORES FORTES ESTÃO COM TUDO!!!







http://www.brilhante.com.br/imagens/blog/upload/cores_6.jpgUma tendência super legal do verão são as cores fortes. Elas estão com tudo e nem pense que é brega ou que só combina com crianças. Ficam chiquérrimas se você souber usar do jeito certo.

E quando eu digo cores fortes, são fortes mesmo, como os tons fluo que a gente usava nos anos
1980/1990: verde limão, rosa shock, amarelão, laranja, roxo.

Combinam com o verão, que é uma época mais colorida, ficam lindos em acessórios (tente combina-los com as roupas brancas de Réveillon, por exemplo) e acendem qualquer look. Olha os exemplos nas fotos. Várias delas estão usando alguma cor forte com outras cores mais neutras.
Não tenha medo e tente incorporar mais essa no seu guarda-roupa!

NOTÍCIAS INTERNACIONAIS: Família que sobreviveu ao terremoto do Haiti revive pesadelo no Chile.


Nove haitianos que se refugiaram no Chile depois de sobreviver a tragédia em seu país enfrentam novo pesadelo.

Da BBC
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Rodrigo Bustamante/BBC Mundo
A família Nelia (Foto: Rodrigo Bustamante/BBC Mundo)Um grupo de nove haitianos que havia sobrevivido ao terremoto do Haiti, em 12 de janeiro, e foi buscar refúgio no Chile foi surpreendido por mais um pesadelo quando o país foi sacudido por um terremoto de magnitude 8,8 na semana passada.

**EDITORIAL......Ano:0 Edição: 01 Março/2010



O MUNDO JAMAIS FOI O MESMO APÓS AS DUAS GRANDES GUERRAS, O PODER E A GANÂNCIA DESTRUÍRAM MILHÔES DE VIDAS E INFELIZMENTE AINDA HOJE EXISTEM SEGUIDORES RESPONSÁVEIS POR TANTA CRUELDADE. PRECISAMOS MUDAR ESSA REALIDADE, O MUNDO PRECISA DE PAZ URGENTE.

Antes de se tornar um dos mais famosos e polêmicos chefes de Estado do século XX, Adolf Hitler tinha pretensões muito distantes dos encontros políticos e discursos acalorados. Em 1907, com apenas 18 anos de idade, Hitler saiu do povoado de Branau para tentar sua vida como artista plástico na cidade de Viena. Portando uma série de desenhos, ele fez a sua primeira inscrição no concurso de admissão da Escola de Belas-Artes da Schillerplatz.

Contrariando as suas expectativas, o jovem aspirante a artista teve o seu ingresso recusado ao ser taxado como um desenhista de pouca criatividade e muita inexperiência. Para aqueles que gostam de uma conspiração, essa seria mais umas das frustrações que levaram Adolf Hitler a se ingressar na carreira militar e, anos mais tarde, se transformar no mais expressivo líder do nazismo. Apesar de esse ser o real desencadeamento de sua vida, isso não quis dizer que o führer abandonou seu gosto pela arte.

No ano de 1939, Hitler organizou uma comissão especialmente desenvolvida para a criação daquele que seria o maior museu de todo o mundo. O “Führermuseum” (Museu do Führer) seria construído em Linz, cidade austríaca que se encontrava bem próxima do lugar onde Hitler havia nascido. Mais do que uma simples declaração de amor às artes, o desenvolvimento deste projeto revelava bem alguns dos ideais e ações que tomaram a Alemanha Nazista.

Em um primeiro plano, uma construção de tamanhas dimensões tinha o claro interesse em reforçar o ideal de superioridade que guiava o discurso totalitário nazista. Já que os alemães eram ancestrais de um dos povos que deram suporte à civilização europeia, seria natural que a Alemanha fosse detentora de grandes símbolos e manifestações da cultura do Novo Mundo. Sob tal aspecto, chegamos ao ponto onde questionamos de que forma os nazistas conseguiriam as obras que comporiam o museu.

O levantamento de fundos para a manutenção do projeto era viabilizado pela arrecadação feita com as vendas do livro “Mein Kampf” – obra em que Hitler lança as bases do pensamento nazista – e de selos com a imagem do ditador alemão. Tendo dinheiro disponível, a equipe tinha então a difícil tarefa de realizar as aquisições e a seleção das obras que constituiriam o espaço histórico-cultural.

De acordo com alguns pesquisadores, o projeto do Führermuseum foi alimentado por uma série de saques e compras forçadas. No primeiro caso, a situação de guerra e o próprio antissemitismo abria portas para que diversos oficiais roubassem quadros e outras raridades artísticas dispostas em coleções pessoais. Já no outro caso, a intimidação empreendida pelo próprio regime nazista, coagia muitos particulares a venderem suas preciosidades por valores irrisórios.

Ao final da Segunda Guerra, o avanço das tropas aliadas foi descobrindo os vários depósitos em que as obras escolhidas foram guardadas. Por sorte, uma quantidade significativa destas foi devidamente recuperada. Além de fazer justiça pela recuperação, o encontro e manutenção de cada uma das obras se transformaram em uma espécie de troféu das forças militares que lutaram contra o nazismo. E, dessa forma, a arte irrompeu seus limites estéticos para assumir uma curiosa dimensão política.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

1ª PÁGINA: DOSSIÊ MUNDO EM GUERRA: AS DUAS GUERRAS MUNDIAIS E AS MUDANÇAS POR ELAS PROVOCADAS.


ADENDO

AS DUAS GUERRAS MUNDIAIS
Primeira Grande Guerra - 1914-1918
Segunda Grande Guerra - 1939-1945



Helio Fernandes
Tribuna da Imprensa (RJ)
10 de maio de 2008

Em 90 anos, desde 1918, em duas grandes guerras
A Alemanha se rendeu I-N-C-O-N-D-I-C-I-O-N-A-L-M-E-N-T-E


PRIMEIRA GUERRA

Em 11 de novembro de 1918, terminava a Primeira Guerra Mundial, com a rendição incondicional da Alemanha. O Brasil foi representado por Epitácio Pessoa. Rodrigues Alves, que derrotou Rui Barbosa e tomaria posse 4 dias depois, convidou o próprio Rui para chefiar a delegação brasileira. Sabendo que o presidente eleito estava muito doente (na campanha não saíra de sua chácara de Guaratinguetá), Rui recusou o convite.

Rodrigues Alves então convidou Epitácio Pessoa, que fora senador pela Paraíba e depois ministro do Supremo, aceitou. Rui sabia das coisas, Rodrigues Alves não tomou posse, embora só tivesse morrido em janeiro, o vice Delfim Moreira ficou no cargo, mas quem mandava era Afranio de Mello Franco. (Na História brasileira, esse período é conhecido como a "regência Mello Franco").

Epitácio foi feito presidente da República em 1919, estando no exterior (a Constituição de 1891 permitia isso), Rui abandonava a vida pública. Sem ter conquistado o que mais desejava, a presidência da República, para a qual estava preparadíssimo.

A rendição foi assinada em Versalhes, na Floresta de Compiegne, na mesma Versalhes onde em 1782 a Inglaterra reconheceu a vitória daquelas possessões, que passariam a se chamar Estados Unidos da América do Norte. O tratado foi cruel e impossível de ser honrado pelo altíssimo volume das indenizações. E por causa disso, a Segunda Guerra Mundial não demorou para começar, praticamente 20 anos.

SEGUNDA GUERRA

Há 63 anos, em 8 de maio de 1945, a Alemanha assinava novamente a rendição incondicional. Foi na mesma Versalhes, na mesma Floresta de Compiegne. E no mesmo vagão que está lá até hoje, histórico, e que serviu para outros acontecimentos menores.

Esse 8 de maio de 1945 aconteceu com uma injustiça divina. O presidente Roosevelt, que construiu a vitória junto com Churchill e Stalin, morreria poucos dias antes, em 23 de abril. No seu lugar, sentou o mediocríssimo vice, Truman, que representou então os Estados Unidos.

Na Primeira Guerra Mundial os EUA não participaram de coisa alguma, a não ser mandarem 15 mil homens. E em 1917, a pedido de Clemenceau (primeiro-ministro da França), enviaram indispensável suprimento de petróleo. Na Segunda Guerra a participação dos EUA foi total, a partir do 7 de dezembro de 1941, quando foram atacados pelo Japão. De "isolacionistas", os americanos passaram a grandes participantes.

O PRINCÍPIO DO FIM

A derrota da Alemanha, Japão e Itália se inscreve na mais heróica de todas as batalhas, a de Stalingrado. Durante meses e meses, se lutava de casa em casa, com o fim do chamado invencível Exército de Hitler. E a vitória se consumaria com a abertura do que se chamou de "Segunda Frente", a contribuição inesquecível dos EUA. Aparentemente comandada pelo mediocríssimo Eisenhower, mas na verdade dirigida minuto a minuto pela competência do general Marshall. Que ganhou a guerra e depois liquidaria a União Soviética com o plano que leva o seu nome.

Em Potsdan, Churchill e Roosevelt já haviam decidido que a União Soviética teria direito a um pedaço de Berlim, que mais tarde se chamaria de Berlim Oriental. Apesar disso, as três potências empreenderiam uma corrida avassaladora sobre Berlim, o grande preço da vitória.

Pela direita ia o marechal Jukov (soviético), pelo centro o marechal Montgomery (Inglaterra), pela esquerda, o general Patton (americano) e já reabilitado. Geograficamente a posição dos 3 era essa, embora ideologicamente fosse exatamente o contrário. De longe, sem direito a nada, o general De Latre de Tassigny (França), Churchill tinha desprezo por De Gaulle.

PS - Acabada a guerra selvagem, começava o que se chamou de "Guerra Fria". Fascinante, combate sem tiros, apenas com espiões, que geralmente serviam aos dois lados.


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